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	<title>Elen Gruber</title>
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	<description>SITE EM CONSTRUÇÃO - aguarde!</description>
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		<title>A casa</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 13:01:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elen Gruber</dc:creator>
				<category><![CDATA[de fora]]></category>

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		<description><![CDATA["O berro oco não quebra o silêncio da casa, do quarto... Da alma. Alma vazia, fria, só."

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leia mais em http://avidamecontouumahistoria.blogspot.com/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><br class="spacer_" /></p>
<p><img class="size-full wp-image-657 alignnone" title="8" src="http://www.elengruber.com.br/wp-content/uploads/2010/07/81.jpg" alt="" width="1024" height="610" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>&#8220;O berro oco não quebra o silêncio da casa, do quarto&#8230; Da alma. Alma vazia, fria, só.&#8221;</p>
<p><span style="color: #ffffff;"><br />
 </span></p>
<p>leia mais em <a href="&quot;O berro oco não quebra o silêncio da casa, do quarto... Da alma. Alma vazia, fria, só.&quot; leia mais em http://avidamecontouumahistoria.blogspot.com/" target="_blank">http://avidamecontouumahistoria.blogspot.com/</a></p>
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		<title>o quarto</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 18:45:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elen Gruber</dc:creator>
				<category><![CDATA[de dentro]]></category>

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		<description><![CDATA["Aproximou-se da janela. Havia menos azul no céu. Menos sol. Menos luz. O barulho da construção mostrava que tinha vida lá fora. Vida indiferente e fosca. Ela já não se importava mais com o frio, com as cores, com a vida do outro lado. Dessa realidade alheia que só conhecia não porque a contemplava, mas porque dela se apropriava. E somente uma coisa a incomodava: a dor das contrações que precediam suas idéias."

leia mais em http://avidamecontouumahistoria.blogspot.com/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.elengruber.com.br/wp-content/uploads/2010/07/0011.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-649 alignnone" title="001" src="http://www.elengruber.com.br/wp-content/uploads/2010/07/0011.jpg" alt="" width="1700" height="2338" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Aproximou-se da janela. Havia menos azul no céu. Menos sol. Menos luz. O barulho da construção mostrava que tinha vida lá fora. Vida indiferente e fosca. Ela já não se importava mais com o frio, com as cores, com a vida do outro lado. Dessa realidade alheia que só conhecia não porque a contemplava, mas porque dela se apropriava. E somente uma coisa a incomodava: a dor das contrações que precediam suas idéias.&#8221;</p>
<p>leia mais em <a href="&quot;O berro oco não quebra o silêncio da casa, do quarto... Da alma. Alma vazia, fria, só.&quot; leia mais em http://avidamecontouumahistoria.blogspot.com/" target="_blank">http://avidamecontouumahistoria.blogspot.com/</a></p>
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		<title>sentado</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 13:46:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elen Gruber</dc:creator>
				<category><![CDATA[de fora]]></category>

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&#8220;&#8230;afinal ele sempre foi dela e ela dele. Ela estava nele e ele estava nela. Por mais que ela tentasse, não era possível esconder-se dele. &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-693" href="http://www.elengruber.com.br/?attachment_id=693"><img class="size-large wp-image-693 alignnone" title="Homem sentado" src="http://www.elengruber.com.br/wp-content/uploads/2010/07/0012-423x600.jpg" alt="" width="423" height="600" /></a></p>
<p>&#8220;&#8230;afinal ele sempre foi dela e ela dele. Ela estava nele e ele estava nela. Por mais que ela tentasse, não era possível esconder-se dele. E nem percebia que ele a tocava o tempo inteiro. Tantas cores, tanto brilho, tantas formas&#8230; Ela o apreciava e o admirava muito e continuará sempre, pra sempre, como sempre.&#8221;</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Leia mais em <a href="http://avidamecontouumahistoria.blogspot.com/">http://avidamecontouumahistoria.blogspot.com/</a></p>
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		<title></title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 18:43:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elen Gruber</dc:creator>
				<category><![CDATA[de fora]]></category>

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&#8220;Antes a casa era branca, vazia, empoeirada e triste. Agora, ela vive cheia de rapazes maus e moças nuas. Lá os amores são esconjurados, as &#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-719" href="http://www.elengruber.com.br/?attachment_id=719"><img class="size-large wp-image-719 alignnone" title="A casa 2" src="http://www.elengruber.com.br/wp-content/uploads/2010/07/71-460x600.jpg" alt="" width="460" height="600" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Antes a casa era branca, vazia, empoeirada e triste. Agora, ela vive cheia de rapazes maus e moças nuas. Lá os amores são esconjurados, as promessas mentirosas e as paixões falsas. A vida na casa começa à tardinha e a festa dura a noite toda. Outro dia eu vi uma mulher saindo de lá: Loira, alta, bonita, porém puta. Nunca vi nenhuma aberração. Meu amigo já viu. Era uma mulher de seios salientes. Corria meio que desfilando, desnuda, em direção à casa suspeita, pronta para atacar a primeira presa que aparecesse a sua frente. Pensando bem, acho que todo mundo, bem lá no fundo, tem uma casinha amarela. Dentro da gente tem tanta coisa suspeita, misteriosa&#8230; Existe um lado mau, nu, que preferimos esconder, disfarçar, pintar de amarelo.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Leia mais em<a href="http://avidamecontouumahistoria.blogspot.com" target="_blank"> http://avidamecontouumahistoria.blogspot.com</a></p>
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